Compliance e Ética são temas centrais do programa Gente que Fala

Fonte: ABRAIDI
13/03/2019

O programa Gente que Fala, do Ministério Público Democrático de São Paulo, do dia 07 de março, foi pautado pelos temas Ética e Compliance. Logo que foi apresentado, o diretor técnico da ABRAIDI, Sérgio Madeira, destacou a importância da prática diária da transparência e honestidade. “A questão é essencial para todos nós, na fila de cinema, no dia a dia e nos negócios, quaisquer que sejam. Mas, infelizmente, no ambiente da Saúde a não aplicação da integridade tem efeitos catastróficos porque o que se explora é o sofrimento humano. Usamos o termo ‘ser fragilizado’ para nos referir ao paciente que está em uma cama, que tem pouco ou quase nenhum poder para discutir aspectos da doença ou do que o levou aquela situação. Então, se nós não tivermos uma estrutura de ética na essência, fatalmente este ser fragilizado será prejudicado”, destacou.

 

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O advogado especializado em Compliance, Marcos Martorelli, que também participou do programa, acrescentou que no mundo inteiro a área médica é extremamente sensível e precisa de controle, para passar confiança à população.

Sérgio Madeira defendeu a prevenção por meio da educação de médicos e de outros profissionais de saúde, além do controle social. “Cada um de nós tem que ser um gestor ético, na sua família, nas suas contas. A ABRAIDI criou, há alguns anos, um programa de autorregulação para que todos os players do setor se deem as mãos para criar um sistema que seja inclusive sustentável. O dinheiro que aí está pode ter muito melhor uso para o cidadão, se conseguirmos controlar as distorções. Nós na ABRAIDI demos um passo bastante grande, mas o horizonte é a longo prazo. Trabalhar com compliance, com ética, indicando os produtos só quando eles são realmente necessários, é o futuro. Mas para chegar nisso precisamos prevenir o problema antes que eles ocorram”, enfatizou.

O tema telemedicina também foi abordado em uma questão que uma telespectadora direcionou ao diretor técnico da ABRAIDI. “Em qualquer país onde há dificuldade de cobertura de médicos, a telemedicina pode ajudar. No Brasil, o CFM promulgou as primeiras regras e revogou em seguida, porque alguns aspectos precisam ser mais bem trabalhados. Ela cada vez será mais importante no dia a dia das pessoas, mas é preciso regulamentação e ética”, opinou Madeira. 

Também participaram do programa Gente que Fala, que tem o apoio da ABRAIDI, o procurador de Justiça aposentado e Diretor do MPD, Antônio Visconti, e a consultora e especialista em Coaching, Gisele Brandt. A integra pode ser acessada em https://youtu.be/f7b_zMCfL1U.

 

 

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