ABRAIDI e associações se reúnem com o ministro da Saúde, em São Paulo

A greve dos caminhoneiros comprometeu todo o sistema de logística do país, durante semanas, e um encontro, no WTC, em São Paulo, entre integrantes do Ministério da Saúde e de associações de classe discutiu as formas que foram implementadas para que a paralisação não impedisse os atendimentos e o fornecimento de insumos de saúde.

 

 

A ABRAIDI foi representada, no encontro, pelo diretor técnico, Sérgio Madeira, que esteve acompanhado de representantes da ABIIS, ABIMED e CBDL. Pelo Governo Federal estavam o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, o secretário de Atenção à Saúde – SAS, Francisco de Assis Figueiredo, e o secretário de Ciência, Marco Antônio Fireman.

O ministro da Saúde informou que vários comboios foram montados para o fornecimento de vacinas, sangue e insumos para a diálise e outros também foram estruturados para os demais produtos emergenciais de saúde. A coordenação de todo o trabalho era feita pela Casa Civil com o apoio do Ministério da Defesa, de empresas aéreas e de aviões da FAB para o transporte de cargas menores.

Gilberto Occhi ressaltou a necessidade de o Brasil ter estruturado um sistema para enfrentar crises, como a dos caminhoneiros, principalmente em relação à infraestrutura logística de saúde, em virtude das dimensões continentais do país. Os representantes das associações apresentaram ao ministro da Saúde e aos secretários dados setoriais, que revelam a complexidade do setor.

Para o diretor técnico da Associação, Sérgio Madeira, a greve dos caminhoneiros provocou perdas financeiras às associadas, já que muitas cirurgias, principalmente as eletivas, foram canceladas.

 

 

Continue lendo

Acesse a
área exclusiva
para associados